No Fórum EXTRA Favelas, AfroReggae reforça o papel da arte e da cultura como forças de representatividade e transformação social

O AfroReggae participou, nesta segunda-feira (3), do Fórum EXTRA Favelas – “Quem conta essa história”, realizado no auditório da Editora Globo, no Centro do Rio de Janeiro. O evento gratuito, promovido pelo jornal EXTRA com apoio da Câmara Municipal do Rio, reuniu lideranças, pesquisadores e representantes das favelas para discutir temas como representatividade, dignidade e o potencial criativo das comunidades.

A abertura foi conduzida por Carlo Caiado (PSD), presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e por Humberto Tziolas, diretor de redação do EXTRA, que destacaram a importância de fortalecer o diálogo entre poder público, imprensa e as vozes das favelas na construção de uma cidade mais justa e plural.

Representando o AfroReggae, o produtor musical Adilson Júnior participou da mesa “Representatividade e Dignidade”, ao lado da vereadora Monica Benicio (PSOL) e da coordenadora da Redes da MaréPâmela Carvalho, sob mediação da jornalista Roberta de Souza, do EXTRA. Durante o debate, Adilson ressaltou a importância da arte como instrumento de transformação e dignidade nas comunidades, destacando o papel do AfroReggae e do selo Crespo Music, iniciativa do grupo criada em parceria com a Virgin Music e a Universal Music, que forma e projeta artistas periféricos para o mercado musical.

“Estar nesse espaço de diálogo é reafirmar o compromisso do AfroReggae com a transformação social e com o fortalecimento das favelas como polos de criatividade e potência”, afirmou Adilson Júnior.

Crespo Music tem desempenhado papel essencial nesse processo de representatividade e protagonismo juvenil, ao dar voz a jovens negros, de favelas e áreas periféricas, por meio da produção e difusão de suas obras nas plataformas digitais, alcançando públicos de diferentes partes do mundo. Ao conectar talento, identidade e tecnologia, a Crespo amplia o alcance da cultura das favelas e reafirma o poder da música como ferramenta de inclusão e transformação.

A participação do AfroReggae no Fórum reforça o papel da arte e da cultura como ferramentas de representatividade, inclusão e transformação, reafirmando o compromisso da instituição em valorizar as vozes das favelas e o potencial criativo das comunidades.

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